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Por marcozero Compartilhe Compartilhe Coronavírus Infectologista defende lockdown para conter novo coronavírus 1239 visualizações0 O infectologista Evaldo Stanislau avalia que, no atual estágio da pandemia do novo coronavírus, não há condições de promover qualquer flexibilização do isolamento social. E avisa: estamos mais perto do lockdown (proibição completa da circulação de pessoas) do que da abertura. “O lockdown não é uma medida radical. A gente dá a dose do remédio na medida em que ela é necessária. Estamos vendo pouca gente exposta à doença, nosso sistema de saúde já está sobrecarregado e as pessoas não estão aderindo ao distanciamento social”, afirmou na terça-feira (5), ao participar de uma transmissão ao vivo pela internet promovida pela vereadora de Praia Grande Janaina Ballaris. “Eu se fosse um gestor público, eu decidiria pelo lockdown. No Norte e no Nordeste, estão enfrentando o caos, em outras regiões metropolitanas também. A única maneira de controlar isso é como se fosse lá na chave geral e desligasse, tirasse a energia. Isso se chama lockdown”, explicou. “Por quanto tempo? O tempo que for necessário. Precisamos aprender que quem manda não é o ser humano, é o vírus”. O especialista não acredita que haverá condições para relaxar as medidas de isolamento, como a reabertura do comércio. “Isso é um desejo, muitas pessoas querem e é compreensível, mas, do ponto de vista médico, científico, seria uma irresponsabilidade. Estamos mais perto do lockdown do que da abertura. Os dados epidemiológicos indicam isso”, argumentou. “Não tem remédio nem vacina, a única maneira de diminuir o número de casos e promover o distanciamento entre as pessoas”. Stanislau citou estudo epidemiológico feito em conjunto pelas prefeituras da região que indica que apenas 1,4% da população foi exposta ao vírus. “E já é todo esse problema, então imagine quando for mais gente, de uma vez só. Abrir igreja, comércio, permitir que as pessoas circulem, é um atalho para aumentar a circulação do vírus e ter um grande problema de saúde pública”. Em relação ao chamado “pico da epidemia”, o infectologista explicou que ele dependerá do comportamento da população. “Se todo mundo ficar junto, vai chegar logo. Se ficarem separadas, pode nem ter pico”, explicou. Atividade econômicaEm resposta a quem reclama dos prejuízos econômicos causados pelo interrupção dos negócios, Stanislau argumenta que primeiro é preciso priorizar o salvamento de vidas. “A gente compreende quem está preocupado com a subsistência, os comerciantes e autônomos estão sofrendo”, afirma. Ele defende que o governo federal precisa criar mecanismos para garantir a subsistência das pessoas. “Dando dinheiro! O mundo inteiro está fazendo isso, financiando os comerciantes. Temos que ter programas sociais, cestas básicas, isenções de tarifas, colocar dinheiro na mão das pessoas. E os comerciantes devem ter financiamento a fundo perdido, que ele possa pagar quando puder. Nós estamos longe de reabrir. A primeira missão que a gente tem é sobreviver”, completa. Compartilhe
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