Jornada do Empreendedor

Guia de Finanças do Empreendedor

 

 

 

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Transcrição:GUIA DAS FINANÇAS DO EMPREENDEDOR

O caminho para uma gestão profissional e lucrativa

Patrocínio: Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte

Apoio: Gran Bazar Santos, Movimento ODS, Uátíqueti e Êsstecíl Santos

Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Santos.

Realização: Marco Zero Conteúdo

CAPÍTULO 1

O Seu Negócio Não é Você
Muitas empresas fecham não por falta de vendas, mas por falta de gestão. O primeiro passo para o sucesso é entender que a sua empresa é um “organismo” vivo e independente. Este guia foi criado para ajudar você a dominar os números, entender seus impostos e precificar com inteligência.

CAPITULO 2

O Muro de Berlim Financeiro
Por que separar as contas? Quando você paga o colégio dos filhos com o dinheiro do caixa ou compra estoque com seu cartão pessoal, você perde a visão real do negócio.

Contas Separadas: É obrigatório ter uma conta bancária para a Pessoa Jurídica (PJ).

O Pro-labore: Você não é “dono do caixa”. Você deve definir um valor fixo mensal (seu salário) que a empresa pagará a você.

A Regra: Se a empresa pagou suas contas pessoais, isso é um empréstimo ou antecipação de lucro que deve ser registrado. O ideal? Nunca misture.

CAPITULO 3

Ferramentas de Controle
Para separar as finanças, você precisa de registro. Não confie na cabeça!

Fluxo de Caixa: Registre todas as entradas e saídas diariamente.

Controle de Estoque: Dinheiro parado na prateleira é dinheiro que não rende.

Conciliação Bancária: Todo final de dia, confira se o saldo no banco bate com o que você anotou.

CAPÍTULO 4

A Ciência de Dar Preço
Precificar não é “chutar” um valor. O preço de venda deve cobrir tudo e ainda sobrar.

Custos Fixos: Aqueles que você tem mesmo se não vender nada: aluguel, internet, pro-labore, contador).

Custos Variáveis: Só existem quando há venda: matéria-prima, embalagem, impostos sobre a venda, taxas de cartão.

O Erro Comum: Esquecer de incluir o tempo de mão de obra e a depreciação de máquinas (o dinheiro para comprar uma nova quando a atual quebrar).

CAPÍTULO 5

A Ciência de Dar Preço: Mercado e Margem
Após somar os custos, você deve definir sua Margem de Lucro.

Preço de Mercado: Se o seu custo + lucro der R$ 50,00, mas o mercado só paga R$ 40,00, você precisa rever seus custos ou oferecer um diferencial único.

Markup: É o índice que você aplica sobre o custo para chegar ao preço final. Ele deve ser calculado para garantir que, após todos os descontos e impostos, o lucro líquido apareça.

CAPÍTULO 6

:O Ponto de Equilíbrio
Você sabe quanto precisa vender por mês apenas para “ficar no zero a zero”? Este é o seu Ponto de Equilíbrio.

Cálculo: Divida o valor total das suas despesas fixas pela margem de contribuição dos produtos.

Meta: Tudo o que você vende acima desse ponto começa a gerar lucro real para a empresa investir em crescimento.

CAPÍTULO 7

Deveres Fiscais do MEI
Estar em dia com o governo evita multas e garante benefícios.

D.A.S. Mensal: O pagamento deve ser feito até o dia 20 de cada mês, independente de ter faturado ou não.

Relatório de Receitas: Preencha mensalmente o total das suas vendas para facilitar a Declaração Anual (DASN-SIMEI).

Direitos: O pagamento do D.A.S. garante aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

CAPÍTULO 8

Deveres Fiscais – ME e EPP
Se o seu negócio cresceu e saiu do MEI, as regras mudam:

Simples Nacional: Um sistema que unifica vários impostos em uma única guia (PGDAS).

Nota Fiscal: A emissão é obrigatória em todas as vendas e prestações de serviço para outras empresas.

Livros Contábeis: Diferente do MEI, aqui o acompanhamento de um contador é indispensável e obrigatório por lei.

CAPÍTULO 9

Organização Contábil
A contabilidade não serve apenas para pagar impostos; ela é uma ferramenta de gestão.

Documentação: Guarde notas fiscais de compra por 5 anos.

Extratos: Envie mensalmente os extratos bancários e comprovantes de despesas para o contador.

Transparência: Quanto mais organizada estiver sua papelada, mais fácil será conseguir empréstimos bancários com juros baixos para expandir o negócio.

CAPÍTULO 10

Dicas de Ouro para Não Quebrar
Reserva de Emergência: Tente guardar pelo menos 3 meses de custos fixos da empresa em uma aplicação de fácil resgate.

Cuidado com Antecipação de Cartão: As taxas de antecipação comem o seu lucro. Use apenas em extrema necessidade.

Inadimplência: Tenha réguas de cobrança claras para clientes que atrasam.

CAPÍTULO FINAL

Dominar as finanças é o que diferencia o “dono de puxadinho” do verdadeiro empresário. Estude seus números, planeje suas compras e proteja o caixa da sua empresa.

Boa jornada, Empreendedor!

Este audiolivro faz parte do projeto Jornada do Empreendedor

Patrocínio: Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte

Apoio: Gran Bazar Santos, Movimento ODS, Uátíqueti e Êsstecíl Santos

Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Santos.

Realização: Marco Zero Conteúdo

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