Bolsonaro velho da lancha
Política

União Bolsonaro-PL não é casamento, mas relação Sugar Baby-Sugar Daddy

Muita gente tem usado palavras como “namoro” e “casamento” para designar as idas e vindas entre o acerto entre o presidente Jair Bolsonaro e o Partido Liberal (PL), de Valdemar da Costa Neto. Nada mais equivocado. Na prática, é uma relação Sugar Baby-Sugar Daddy.

Este termo modernoso é atualmente usado para definir um tipo de relação mais velho que andar para a frente: o homem no ocaso de sua masculinidade, que não consegue conquistar uma mulher por suas qualidades, e simplesmente compra a companhia feminina, oferecendo coisas boas e dinheiro. Na outra ponta da transação, uma mulher, invariavelmente mais nova, que aceita as condições, inclusive fazer sexo, em troca de presentes, ida a lugares requintados, tudo do bom e do melhor…

Este tipo de escambo ganhou nova roupagem com o uso dos termos Suggar Daddy (o velho rico) e Suggar Baby (a novinha aproveitadora) —há até rede social para fazer a conexão entre eles— e viralizou com memes sobre o “tiozão da lancha”.

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Não há amor, compromisso mais profundo, juras apaixonadas. E é justamente nestes moldes que se estabelece a aliança entre Bolsonaro e o PL. O presidente sabe que é o tiozão da lancha, que não se não pagar o rolê a novinha (no caso, o “Boy”), fica com outro —inclusive, pode ser barbudo!

Bolsonaro, que já se comportava como o tiozão do churrasco e suas piadas infames, agora é o velho da lancha. Sabe que ser abandonado é uma certeza, mas tem dúvida se a novinha vai pular do barco antes do fim do rolê…

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