Por marcozero CompartilheCompartilhe CoronavírusEstudo avalia impacto do distanciamento em crianças com deficiência durante a pandemia Objetivo é avaliar o impacto do distanciamento social causado pela pandemia da Covid-19, em crianças e adolescentes com deficiência motora ou intelectual 1506 visualizações0Avaliar o impacto do distanciamento social causado pela pandemia da Covid-19, em crianças e adolescentes com deficiência motora ou intelectual, entre 3 e 17 anos, é objetivo da pesquisa que está sendo desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar.O trabalho está sendo realizado pela doutoranda Beatriz Helena Brugnaro, sob orientação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar, e tem parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e apoio da McMaster University (Canadá).De acordo com Brugnaro, no período de distanciamento social, quando a maioria dessas crianças e adolescentes não está frequentando escolas e terapias, pode haver mudanças na participação delas nas atividades em casa, no nível de atividade física e na qualidade de vida das crianças e dos cuidadores.Efeitos do distanciamentoA hipótese é que a participação nas atividades em casa aumente, visto que o tempo em que as crianças e adolescentes estão com a família é maior. Já o nível de atividade física e a qualidade de vida devem diminuir, considerando a inatividade física que o distanciamento social pode impor, bem como a diminuição de contatos sociais e momentos de lazer.Diante disso, “o estudo pretende entender quais mudanças estão acontecendo e, então, elaborar orientações e intervenções de modo a minimizar os impactos negativos do momento junto a esse público”, destaca a pesquisadora.Avaliações onlinePara realizar o estudo, estão sendo convidados pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com idade entre 3 e 17 anos, que tenham deficiência motora ou intelectual diagnosticada. Os voluntários participarão de avaliações online e via telefone, com início imediato, e que se repetirão após quatro meses e, também, dois meses após o retorno ao convívio social.As orientações fornecidas pelos pesquisadores, por meio de cartilhas e conversas com as famílias, vão incentivar que as crianças e adolescentes participem da rotina diária em casa e mantenham um estilo de vida fisicamente ativo.Interessados em participar devem contatar a pesquisadora Beatriz Brugnaro, pelo telefone (19) 99758-1342 (WhatsApp) ou pelo e-mail bia10.helena@gmail.com, até o final do mês de fevereiro.As equipes da UFSCar e da UFPR realizarão as coletas de dados e os resultados serão discutidos conjuntamente. O grupo paranaense é orientado pela professora Silvia Leticia Pavão, do Departamento de Prevenção e Reabilitação em Fisioterapia da UFPR.Há também a participação do professor Olaf Kraus de Camargo, da universidade canadense, além do apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).LEIA TAMBÉM:Como amenizar efeitos do isolamento social dos idosos durante pandemiaCompartilhe
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